Viagens de moto pelo mundo: 5 rotas incríveis e como se preparar em 2026
Viajar de moto por outros países combina liberdade, paisagens marcantes e contato direto com a estrada. Mas uma grande viagem sobre duas rodas exige mais do que escolher um destino bonito: clima, documentação, autonomia da moto, combustível, hospedagem e condições da rota precisam entrar no planejamento.
Atualizado em 18 de agosto de 2026 · Leitura de aproximadamente 12 min · Conteúdo informativo
Resposta rápida
Entre as viagens de moto mais desejadas do mundo estão a histórica Route 66, nos Estados Unidos, a Carretera Austral, no Chile, as estradas de Ladakh e do Himalaia, na Índia, a Great Ocean Road, na Austrália, e os grandes passos dos Alpes europeus, como Stelvio e Grossglockner.
Não existe, porém, uma única “melhor viagem de moto”. A escolha depende da experiência do motociclista, duração disponível, orçamento, época do ano e dificuldade desejada.
Em 2026, a Route 66 ganha um motivo adicional para entrar na lista: a estrada completa 100 anos, com programação oficial de celebração do centenário ao longo do ano.
Para qualquer uma dessas rotas, a recomendação é confirmar as condições das estradas pouco antes da partida. Trechos de montanha podem fechar por neve, balsas podem alterar horários e regiões remotas podem ter longas distâncias entre postos e hospedagens.
Neste artigo
- Route 66 — Estados Unidos
- Carretera Austral — Chile
- Himalaia e Ladakh — Índia
- Great Ocean Road — Austrália
- Alpes — Itália, Áustria, Suíça e França
- Qual rota combina com cada motociclista
- Qual moto escolher para uma viagem internacional
- Documentos e seguro
- O que revisar antes de sair
- Como organizar bagagem e equipamentos
- Cuidados com fadiga e clima
- Perguntas frequentes

1. Route 66 — Estados Unidos
Poucas estradas possuem uma ligação tão forte com a cultura das viagens rodoviárias quanto a Route 66.
A histórica estrada nasceu oficialmente em 1926 e conectava Chicago, em Illinois, à região de Los Angeles, na Califórnia. O trajeto histórico se estende por aproximadamente 2.400 milhas e atravessa diferentes regiões dos Estados Unidos.
Para quem viaja de moto, a experiência mistura pequenas cidades, diners, postos históricos, paisagens desérticas e longas retas.
Por que 2026 é especial?
A Route 66 completa 100 anos em 2026.
O centenário possui uma comissão oficial criada por lei nos Estados Unidos e uma programação de atividades relacionadas ao aniversário da estrada.
Isso pode significar mais eventos e movimento em determinados trechos durante o ano.
O que considerar antes de viajar
A Route 66 não funciona hoje como uma única rodovia moderna contínua.
A antiga estrada foi retirada oficialmente do sistema federal de highways em 1985, e a experiência atual envolve diferentes trechos históricos e estradas modernas que acompanham o percurso original.
Por isso, vale preparar o roteiro com antecedência.
Destaques do caminho
Dependendo da versão do roteiro, uma viagem pode incluir:
- Chicago;
- St. Louis;
- Oklahoma;
- Texas;
- Novo México;
- Arizona;
- região do Grand Canyon;
- Mojave;
- Los Angeles e Santa Monica.
O ideal é não transformar a Route 66 em uma corrida para chegar ao fim.
Uma das principais atrações está justamente nas pequenas cidades, construções históricas e paradas ao longo da estrada.
2. Carretera Austral — Chile
Para brasileiros que querem começar a explorar grandes rotas internacionais sobre duas rodas, a Carretera Austral é uma das opções mais interessantes da América do Sul.
A Ruta 7 percorre mais de 1.200 quilômetros pela Patagônia chilena, entre Puerto Montt e Villa O’Higgins, atravessando florestas, rios, glaciares e fiordes. Parte da viagem também depende de travessias de balsa.
O que torna essa viagem diferente?
É uma rota onde a natureza domina o percurso.
Em alguns trechos, o motociclista encontra:
- estradas de ripio;
- chuva;
- vento;
- variações rápidas de temperatura;
- trechos com poucos serviços;
- travessias de balsa.
A própria orientação oficial de turismo do Chile chama atenção para trechos não pavimentados, clima variável e disponibilidade limitada de serviços em partes do caminho.
Isso significa que autonomia de combustível, impermeabilização da bagagem e planejamento de hospedagem merecem atenção.
Melhor época
O portal oficial de turismo do Chile aponta o verão, especialmente entre dezembro e março, como o período mais favorável para percorrer a região, com dias mais longos e melhores condições climáticas.
Mesmo nessa época, o clima patagônico pode mudar rapidamente.
3. Himalaia e Ladakh — Índia
As estradas de Ladakh estão em uma categoria diferente das demais rotas desta lista.
Aqui, não é apenas a distância que desafia o motociclista. A altitude, o frio e as condições de terreno tornam o planejamento muito mais importante.
A região de Leh permite acesso a estradas como Khardung La e rotas em direção ao Vale de Nubra e outras áreas de alta montanha. O portal oficial de turismo da Índia apresenta Khardung La entre as grandes estradas motorizáveis de altitude da região.
O maior desafio: altitude
O motociclista não deve pensar apenas na moto.
Em altitude elevada, o próprio corpo precisa de tempo para adaptação.
Subir muito rapidamente pode provocar sintomas relacionados à altitude. Por isso, roteiros nessa região normalmente precisam incluir tempo de aclimatação.
Essa não é uma viagem indicada para montar um cronograma apertado.
Clima e estrada
As condições podem variar drasticamente.
Uma manhã de céu limpo pode dar lugar a frio intenso ou mudanças rápidas de tempo em regiões montanhosas.
Além disso, alguns trechos podem exigir autorizações locais ou sofrer restrições temporárias.
Para uma viagem desse tipo, consulte as informações oficiais mais próximas da data de partida.
4. Great Ocean Road — Austrália
Quem prefere uma experiência de moto com asfalto, litoral e menor nível de isolamento pode olhar para a Great Ocean Road.
A estrada percorre parte da costa do estado de Victoria e passa por praias, pequenas cidades, falésias e áreas naturais.
Um dos cartões-postais do percurso são os 12 Apostles, formações rochosas localizadas na região do Port Campbell National Park.
Para quem essa rota faz sentido?
Pode ser uma alternativa interessante para:
- primeira viagem internacional de moto;
- quem prefere asfalto;
- roteiros de poucos dias;
- combinação entre pilotagem e turismo;
- casais viajando de moto.
É uma proposta bastante diferente da Carretera Austral ou do Himalaia.
Aqui, a dificuldade está menos relacionada ao isolamento extremo e mais ao planejamento de trânsito, clima, direção local e paradas turísticas.
5. Alpes — Itália, Áustria, Suíça e França
Os Alpes reúnem algumas das estradas de montanha mais famosas entre motociclistas.
Em vez de existir uma única “Rota dos Alpes”, o viajante pode montar diferentes circuitos entre países e passos de montanha.
Dois nomes aparecem com frequência nos roteiros.
Stelvio Pass
O Passo dello Stelvio fica nos Alpes italianos e chega a aproximadamente 2.758 metros de altitude. A estrada é conhecida pelas numerosas curvas fechadas e pelo cenário montanhoso.
A abertura é sazonal e depende das condições climáticas. A informação turística oficial italiana indica normalmente funcionamento entre maio e novembro, mas isso deve ser confirmado na época da viagem.
Grossglockner High Alpine Road
Na Áustria, a Grossglockner High Alpine Road possui aproximadamente 48 quilômetros e 36 curvas destacadas pelo próprio operador da estrada. A infraestrutura inclui áreas específicas para motociclistas.
O próprio operador alerta que as condições de alta montanha influenciam diretamente a aderência e que velocidade e trajetória nas curvas merecem atenção especial.
O grande cuidado nos Alpes
Passos de montanha não são estradas comuns.
Mesmo durante a temporada de verão, podem existir:
- neblina;
- chuva;
- temperaturas baixas;
- pista molhada;
- mudanças rápidas de clima;
- tráfego intenso;
- ciclistas;
- curvas cegas.
Uma viagem pelos Alpes deve ter margem para alterar o roteiro caso o clima mude.
Comparativo rápido das cinco viagens
| Rota | Perfil | Dificuldade | Principal desafio |
|---|---|---|---|
| Route 66 | Estrada e cultura | Moderada | Distância e planejamento |
| Carretera Austral | Aventura | Alta | Ripio, clima e isolamento |
| Ladakh/Himalaia | Expedição | Muito alta | Altitude e terreno |
| Great Ocean Road | Turismo rodoviário | Moderada | Clima e direção local |
| Alpes | Pilotagem de montanha | Alta | Curvas, clima e altitude |
A dificuldade real muda bastante conforme época do ano, moto utilizada e experiência do piloto.
Qual rota combina com você?
Primeira viagem internacional
A Great Ocean Road ou partes da Route 66 tendem a exigir menos adaptação a terreno fora de estrada.
Experiência intermediária
Os Alpes podem ser uma evolução interessante para quem já tem experiência em viagens longas e curvas de montanha.
Viagem de aventura
A Carretera Austral exige maior atenção a autonomia, clima e pisos variados.
Viagem de nível avançado
Ladakh e regiões de alta altitude pedem preparo mais cuidadoso do piloto, da moto e do roteiro.
Não escolha uma rota apenas pela paisagem vista nas redes sociais.
A melhor viagem é aquela que combina com sua experiência.
Qual moto escolher para viajar pelo mundo?
Não existe uma única moto ideal.
Uma touring grande pode ser excelente para longas rodovias, mas mais cansativa em ripio ou terrenos técnicos.
Uma trail média pode ser mais fácil de controlar em estradas ruins, mas oferecer menor proteção aerodinâmica em longos deslocamentos.
Antes da escolha, pense em:
- distância diária;
- tipo de piso;
- peso da bagagem;
- autonomia;
- disponibilidade de combustível;
- altura do piloto;
- experiência com a moto;
- facilidade de manutenção.
Se a viagem utilizar moto alugada, reserve tempo para se adaptar antes de começar um trecho difícil.
Alugar moto ou levar a própria?
Essa é uma das decisões que mais muda o custo e a complexidade da viagem.
Alugar no destino
Pode reduzir burocracia logística e transporte internacional.
Por outro lado, exige adaptação a uma motocicleta que talvez você nunca tenha pilotado.
Confira:
- caução;
- franquia;
- seguro;
- quilometragem permitida;
- países autorizados;
- política para pneus e avarias;
- assistência em viagem.
Levar sua própria moto
Pode fazer sentido em grandes expedições terrestres, principalmente quando o trajeto começa no Brasil.
A vantagem é conhecer bem a motocicleta.
A desvantagem aparece na documentação, fronteiras, transporte e manutenção durante a viagem.
Documentação: não deixe para a última semana
Os documentos necessários variam conforme país, nacionalidade, veículo e forma de entrada.
Antes da viagem, verifique:
- passaporte;
- visto, quando aplicável;
- habilitação aceita no destino;
- eventual necessidade de Permissão Internacional para Dirigir;
- documento da motocicleta;
- autorização quando o veículo não estiver no seu nome;
- documentos exigidos para entrada temporária do veículo;
- seguro exigido pelo país ou pela locadora.
Essas regras podem mudar.
Confirme nos sites oficiais de imigração, autoridades de trânsito, consulados e locadoras antes da partida.
Seguro da moto: cobertura no Brasil não significa cobertura no exterior
Esse é um ponto que merece atenção especial.
Não presuma que a apólice contratada para sua motocicleta no Brasil continuará oferecendo exatamente as mesmas coberturas em qualquer país.
Território de cobertura, assistência 24 horas, responsabilidade civil, reboque e procedimentos em caso de sinistro dependem das condições do produto.
Antes de uma viagem internacional, pergunte à seguradora ou corretora:
- Em quais países a apólice é válida?
- A cobertura de casco continua valendo?
- Existe cobertura para danos a terceiros?
- A assistência 24 horas funciona no exterior?
- Qual é o limite de reboque?
- Como abrir um sinistro fora do Brasil?
- Existe alguma cobertura ou documento adicional obrigatório no destino?
Se a moto for alugada, analise também cuidadosamente o seguro oferecido pela locadora.
O que revisar na moto antes de uma viagem longa
Uma viagem internacional não é o momento ideal para descobrir que uma peça estava perto do fim da vida útil.
Faça uma revisão preventiva considerando a quilometragem prevista para todo o roteiro.
Pneus
Verifique:
- estado;
- sulcos;
- pressão;
- cortes;
- idade;
- previsão de desgaste até o final da viagem.
Um pneu que ainda “aguenta mais alguns quilômetros” na cidade pode não ser uma boa escolha para uma expedição de milhares de quilômetros.
Freios
Confira pastilhas, discos e fluido.
Relação
Em motos com corrente, avalie corrente, coroa e pinhão.
Óleo e filtros
Planeje as próximas trocas considerando a distância total.
Suspensão
Observe vazamentos e folgas.
Bateria e sistema elétrico
Dificuldade de partida em uma grande cidade é inconveniente. Em uma região remota, pode parar a viagem.
Equipamentos para viajar de moto
O equipamento precisa ser pensado não apenas para uma eventual queda, mas também para exposição prolongada ao clima.
Considere:
- capacete adequado e em bom estado;
- jaqueta com proteções;
- calça apropriada;
- luvas;
- botas;
- segunda pele;
- proteção para chuva;
- camadas térmicas;
- proteção para pescoço;
- óculos ou viseira adequada.
Em regiões como Patagônia, Alpes e Himalaia, vestir-se em camadas facilita adaptar-se às mudanças de temperatura.
Bagagem: menos costuma ser mais
Peso excessivo altera o comportamento da motocicleta.
Antes de levar algo, pergunte se realmente será usado.
Distribua o peso de forma equilibrada e mantenha itens pesados o mais próximos possível do centro da moto.
Itens úteis incluem:
- kit básico de ferramentas;
- reparo para pneu compatível;
- compressor portátil;
- carregadores;
- água;
- medicamentos pessoais;
- documentos em cópia digital;
- pequena reserva de emergência.
Em regiões isoladas, equipamentos de navegação offline também podem ser importantes.
Não subestime a fadiga
Viajar de moto exige concentração contínua.
Vento, chuva, frio, calor e ruído aumentam o desgaste físico.
Um roteiro de 600 quilômetros por dia pode parecer simples no mapa, mas ficar pesado depois de vários dias consecutivos.
Planeje:
- paradas;
- dias mais curtos;
- margem para clima ruim;
- dias de descanso;
- chegada antes de escurecer quando possível.
A pressa é especialmente perigosa em estradas desconhecidas.
Não transforme cada dia em uma meta de quilometragem
Uma das maiores vantagens de uma viagem de moto é justamente poder parar.
Se todo o roteiro for construído para cumprir distâncias rígidas, qualquer chuva, atraso ou problema mecânico vira uma crise.
Deixe margem no cronograma.
Em uma viagem de 15 dias, por exemplo, pode ser inteligente manter pelo menos um ou dois dias sem compromisso rígido.
Viajar sozinho ou em grupo?
As duas opções têm vantagens.
Sozinho
Você controla ritmo, paradas e roteiro.
Por outro lado, qualquer problema mecânico ou médico precisa ser resolvido sem apoio imediato de companheiros.
Em grupo
Pode trazer mais segurança em regiões isoladas e facilitar ajuda em caso de problema.
Mas o grupo precisa estabelecer regras claras.
Pilotos com ritmos muito diferentes podem criar situações perigosas quando alguém começa a acelerar para não ficar para trás.
Checklist antes de sair
- Passaporte e documentos estão válidos?
- A habilitação é aceita nos países visitados?
- A documentação da moto está correta?
- O seguro foi confirmado para os destinos?
- A moto passou por revisão?
- Os pneus durarão toda a viagem?
- O equipamento está adequado ao clima?
- Existem mapas offline?
- As travessias de balsa foram pesquisadas?
- As estradas de montanha estão abertas?
- O roteiro possui dias de margem?
- Os contatos de emergência estão salvos?
- Alguém no Brasil possui uma cópia do itinerário?

Perguntas frequentes
Qual é a melhor viagem de moto do mundo?
Não existe uma resposta única. Para quem busca história e estrada, a Route 66 é uma referência. Para aventura e natureza, a Carretera Austral se destaca. Para pilotagem em montanha, os Alpes oferecem inúmeras opções. Já Ladakh é uma experiência mais exigente em razão da altitude e do terreno.
Quantos dias são necessários para fazer a Route 66 de moto?
Depende do número de paradas. Como a rota histórica atravessa aproximadamente 2.400 milhas entre a região de Chicago e a costa da Califórnia, tentar percorrê-la rapidamente reduz bastante o tempo disponível para conhecer as cidades e atrações do caminho.
A Carretera Austral é toda asfaltada?
Não. A orientação turística oficial do Chile informa que ainda existem trechos de ripio e que a travessia também depende de balsas em determinados pontos.
Qual é a melhor época para a Carretera Austral?
O turismo oficial chileno indica dezembro a março como o período geralmente mais favorável, por causa de condições climáticas melhores e dias mais longos.
Dá para fazer a viagem pelos Alpes no inverno?
Muitos passos de alta montanha têm funcionamento sazonal ou podem fechar conforme neve e clima. O Stelvio, por exemplo, é divulgado oficialmente com abertura normalmente entre maio e novembro. Verifique as condições reais pouco antes da viagem.
A Route 66 ainda existe?
Ela deixou de integrar oficialmente o sistema federal de highways em 1985, mas diversos trechos históricos permanecem acessíveis e preservados, permitindo montar uma viagem acompanhando boa parte do antigo percurso.
2026 é um bom ano para fazer a Route 66?
É um ano particularmente simbólico porque marca o centenário da Route 66, criada em 1926, e existem eventos oficiais ligados aos 100 anos da estrada.
Seguro de moto brasileiro vale em outros países?
Depende da apólice. Não presuma cobertura automática. Confira território coberto, assistência, responsabilidade civil e procedimento para sinistro diretamente nas condições do seguro e com a seguradora ou corretora antes da viagem.
Preciso de Permissão Internacional para Dirigir?
Depende do país visitado e das regras aplicáveis ao documento brasileiro. Confira a exigência específica em fontes oficiais e também as condições da locadora se utilizar uma moto alugada.
Qual dessas viagens vale mais a pena?
A melhor escolha depende do tipo de experiência desejada.
A Route 66 combina história, cultura rodoviária e longas distâncias.
A Carretera Austral entrega natureza, isolamento e aventura.
Ladakh é mais exigente e coloca altitude e preparação física no centro do planejamento.
A Great Ocean Road oferece uma viagem mais acessível para quem procura paisagem e turismo em estrada asfaltada.
Já os Alpes são uma referência para quem gosta de curvas, montanhas e roteiros que podem cruzar vários países em poucos dias.
Mais importante do que escolher a rota mais famosa é escolher uma viagem compatível com sua experiência.
Em viagens de moto, planejamento não diminui a aventura. É justamente o que permite aproveitar a estrada com mais tranquilidade.
Preço e economia
Amortecedores: a escolha certa para a suspensão do seu veículo
Os amortecedores influenciam diretamente a estabilidade, o conforto e o comportamento do carro em curvas, frenagens e pisos irregulares…
Sinistro
O que fazer depois de uma batida: passo a passo do sinistro
Bateu o carro? Veja o passo a passo desde a segurança no local até o acionamento do seguro, o que registrar, o que não f…
Preço e Economia
Pneus remold versus pneus convencionais – benefícios e desafios para o consumidor
Pneus remold versus pneus convencionais – benefícios e desafios para o consumidor…

Sobre o conteúdo
Redação segurodeautomovel.org
Conteúdo produzido pela equipe editorial do portal e atualizado em 18 de agosto de 2026. Informações sobre rotas, acessos e atrações foram verificadas em fontes oficiais de turismo e órgãos públicos disponíveis na data da atualização.
Condições de estrada, clima, fronteiras, documentação, regras de condução, seguros, balsas e abertura de passos de montanha podem mudar. Confirme as informações com autoridades e operadores oficiais antes de viajar.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui orientação de autoridades de trânsito, consulados, seguradoras, locadoras ou profissionais de saúde.
segurodeautomovel.org é operado por Zipia Tecnologia LTDA, CNPJ 17.467.253/0001-72. Intermediação por Seguroo Administradora e Corretora de Seguros LTDA, CNPJ 23.699.086/0001-98, SUSEP nº 202088455. Não somos seguradora.
