Consumo de combustível continua sendo um dos pontos mais importantes para quem está escolhendo um carro.

Um veículo que faz:

15 km/l

tem impacto no orçamento muito diferente de outro que consegue apenas:

5 ou 6 km/l.

Mas o mercado brasileiro de 2026 é completamente diferente daquele do artigo antigo.

Modelos como:

  • Fiat Idea;
  • Volkswagen Polo Sedan;
  • Chery Face;
  • antigo Hyundai Tucson;
  • Volkswagen Touareg daquela geração;

já não representam a oferta atual de carros novos.

Além disso, a eletrificação mudou bastante a forma de avaliar eficiência.

Hoje existem:

  • carros flex;
  • gasolina;
  • diesel;
  • híbridos leves;
  • híbridos completos;
  • híbridos plug-in;
  • elétricos.

Por isso, para atualizar este ranking, usamos como referência:

os dados do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular — PBEV 2026, do Inmetro.

A tabela de agosto de 2026 reúne:

959 modelos e versões de 43 marcas

e informa consumo urbano, rodoviário, emissões e eficiência energética.

Entre os veículos de alto consumo aparecem principalmente:

superesportivos, SUVs de alta performance e picapes grandes.

Atualizado em 3 de novembro de 2026 · Leitura de aproximadamente 14 min · Conteúdo informativo

Está escolhendo um carro?
Não compare apenas potência e preço. Consumo, manutenção, seguro, pneus, impostos e desvalorização também fazem parte do custo real de propriedade.

Resposta rápida

Entre os modelos com maior consumo energético presentes no PBEV 2026 estão:

PosiçãoModelo/versão consideradaCidadeEstrada
1ºFerrari Purosangue 6.5 V124,1 km/l5,6 km/l
2ºFerrari 12Cilindri Spider 6.5 V124,6 km/l6,4 km/l
3ºMercedes-AMG G 63 MANUFAKTUR5,3 km/l6,0 km/l
4ºPorsche 911 GT35,2 km/l6,9 km/l
5ºAudi RS Q8 Performance5,3 km/l7,0 km/l
6ºRam 1500cerca de 6,0 km/l7,0 km/l
7ºChevrolet Silverado High Country6,0 km/l7,2 km/l
8ºMcLaren 750S5,9 km/l7,4 km/l
9ºPorsche Cayenne Turbo GT5,8 km/l7,9 km/l
10ºFord F-150 Tremor6,0 km/l7,5 km/l

O ranking considera uma configuração de maior consumo de cada família para evitar repetir diversas versões do mesmo veículo.

O critério técnico mais adequado para ordenar os carros é:

consumo energético em MJ/km

e não simplesmente o menor número de km/l em uma única condição.

O próprio Inmetro utiliza o consumo energético para avaliar a eficiência:

quanto maior o MJ/km, menos eficiente é o veículo.

Neste artigo

  1. Quais carros mais consomem combustível em 2026?
  2. Como o Inmetro mede o consumo?
  3. O que significa MJ/km?
  4. Potência significa consumo alto?
  5. Qual é o carro mais gastador da lista?
  6. Quanto faz a Ferrari Purosangue?
  7. Quanto faz o Mercedes-AMG G 63?
  8. Quanto faz o Porsche 911 GT3?
  9. Picapes grandes gastam muito?
  10. Quanto faz a Ram 1500?
  11. Quanto faz a Silverado?
  12. Quanto faz a F-150?
  13. Consumo real pode ser diferente?
  14. Ar-condicionado aumenta consumo?
  15. Peso influencia?
  16. Turbo aumenta consumo?
  17. Seguro fica mais caro em carros potentes?
  18. Consumo influencia diretamente no seguro?
  19. Como escolher um carro econômico?
  20. Checklist antes da compra
  21. Perguntas frequentes
  22. Conclusão

Como o Inmetro mede o consumo dos carros?

O Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular permite comparar veículos utilizando:

procedimentos padronizados.

A tabela informa:

  • consumo urbano;
  • consumo rodoviário;
  • consumo energético;
  • emissões;
  • classificação de eficiência.

Os testes são realizados em condições controladas e permitem comparar carros diferentes utilizando:

a mesma metodologia.

Mas existe uma observação importante:

o número do Inmetro não é promessa de consumo real.

Na rua, o resultado pode mudar.


mais-consomem-carros

O que significa MJ/km?

MJ/km significa:

megajoules por quilômetro.

É uma medida de:

energia consumida para deslocar o veículo.

Quanto menor:

melhor a eficiência.

Exemplo:

um veículo com:

1,4 MJ/km

é energeticamente muito mais eficiente que outro com:

4,5 MJ/km.

Por isso, o ranking técnico não deve olhar apenas:

km/l.

O PBEV utiliza consumo energético justamente para permitir uma comparação mais consistente entre tecnologias e veículos.

1. Ferrari Purosangue — 4,1 km/l na cidade

O primeiro lugar fica com:

Ferrari Purosangue.

O modelo utiliza motor:

6.5 V12 aspirado.

Consumo oficial:

Cidade: 4,1 km/l

Estrada: 5,6 km/l.

Seu consumo energético aparece próximo de:

4,88 MJ/km

no PBEV.

Isso coloca o modelo entre:

os veículos menos eficientes energeticamente disponíveis no mercado brasileiro.

Por que a Purosangue consome tanto?

A resposta envolve uma combinação de fatores:

  • motor V12;
  • grande cilindrada;
  • desempenho elevado;
  • peso;
  • pneus largos;
  • tração;
  • proposta de alta performance.

O motor entrega:

mais de 700 cv.

O objetivo principal desse veículo claramente não é:

economizar combustível.

2. Ferrari 12Cilindri — cerca de 4,6 km/l na cidade

Outra Ferrari aparece logo depois.

A:

Ferrari 12Cilindri Spider

também utiliza:

motor 6.5 V12.

Em uma das configurações do PBEV:

Cidade: 4,6 km/l

Estrada: 6,4 km/l

Eficiência energética: aproximadamente 4,28 MJ/km.

A versão fechada apresenta números ligeiramente melhores:

4,8 km/l na cidade

e:

6,7 km/l na estrada.

A diferença entre versões mostra por que:

é fundamental consultar a configuração exata.

3. Mercedes-AMG G 63 — 5,3 km/l na cidade

O Mercedes-AMG G 63 é um dos SUVs mais conhecidos quando o assunto é:

alto desempenho + grande porte.

Mesmo utilizando sistema:

híbrido leve

o consumo continua elevado.

Na versão MANUFAKTUR registrada no PBEV:

Cidade: 5,3 km/l

Estrada: 6,0 km/l.

O consumo energético fica próximo de:

4,0 MJ/km.

Híbrido não deveria ser econômico?

Nem sempre.

“Híbrido” descreve:

uma tecnologia.

Não garante automaticamente:

baixo consumo.

No G 63, o sistema eletrificado auxilia um veículo:

  • pesado;
  • grande;
  • pouco aerodinâmico;
  • equipado com motor V8 biturbo;
  • focado em desempenho.

Por isso:

continua longe de ser econômico.

4. Porsche 911 GT3 — cerca de 5,2 km/l na cidade

O Porsche 911 GT3 é projetado com forte foco em:

desempenho.

Utiliza motor:

4.0 aspirado de alta rotação.

Algumas configurações avaliadas pelo PBEV ficam em aproximadamente:

Cidade: 5,2 km/l

Estrada: 6,9 km/l

com consumo energético de:

3,86 MJ/km.

Outras configurações do GT3 aparecem próximas de:

5,6 km/l na cidade

e:

6,8 km/l na estrada.

A transmissão e a versão interferem:

nos resultados.

5. Audi RS Q8 Performance — 5,3 km/l na cidade

Outro SUV de alta performance aparece na lista:

Audi RS Q8 Performance.

O modelo utiliza:

motor V8 biturbo.

Consumo:

Cidade: 5,3 km/l

Estrada: 7,0 km/l.

Consumo energético:

aproximadamente 3,80 MJ/km.

Aqui novamente aparecem juntos:

  • muito peso;
  • pneus largos;
  • tração integral;
  • motor de alta potência.

Todos esses fatores podem elevar:

a demanda energética.

6. Ram 1500 — aproximadamente 6 km/l na cidade

Picapes grandes também aparecem entre os veículos:

de maior consumo.

A Ram 1500 atual utiliza:

motor 3.0 turbo de seis cilindros em versões recentes.

Na Laramie CY26:

Cidade: 6,1 km/l

Estrada: 7,2 km/l.

Outras configurações aparecem próximas de:

6,0 km/l na cidade

e:

7,0 km/l na estrada.

O consumo energético fica na casa de:

3,45 a 3,50 MJ/km.

Por que picapes grandes gastam tanto?

Porque normalmente combinam:

  • peso elevado;
  • carroceria grande;
  • grande área frontal;
  • pneus;
  • tração;
  • capacidade de carga;
  • motores potentes.

A aerodinâmica também costuma ser:

menos favorável que em um sedã ou hatch.

7. Chevrolet Silverado High Country — 6,0 km/l na cidade

A Chevrolet Silverado High Country utiliza:

motor 5.3 V8.

Segundo os dados do PBEV 2026:

Cidade: 6,0 km/l

Estrada: 7,2 km/l.

Consumo energético:

3,48 MJ/km.

Sua classificação geral de eficiência é:

E.

É outro exemplo de uma picape criada prioritariamente para:

  • desempenho;
  • capacidade;
  • conforto;
  • reboque;

e não para:

ser campeã de economia.

8. McLaren 750S — 5,9 km/l na cidade

O McLaren 750S utiliza:

motor 4.0 V8 biturbo

com aproximadamente:

750 cv.

Consumo:

Cidade: 5,9 km/l

Estrada: 7,4 km/l.

É interessante porque o McLaren é relativamente leve para um superesportivo.

Mesmo assim:

a potência extrema cobra seu preço no posto.

Isso mostra que:

peso não é a única variável do consumo.

9. Porsche Cayenne Turbo GT — 5,8 km/l na cidade

O Cayenne Turbo GT combina:

  • carroceria SUV;
  • motor V8 biturbo;
  • tração integral;
  • desempenho de esportivo.

O resultado oficial fica próximo de:

Cidade: 5,8 km/l

Estrada: 7,9 km/l.

O índice energético aparece em aproximadamente:

3,44 MJ/km.

Esse é um bom exemplo de como:

um SUV pode ter desempenho de superesportivo e consumo compatível com essa proposta.

10. Ford F-150 Tremor — 6,0 km/l na cidade

Fechando a lista aparece:

Ford F-150 Tremor.

A picape utiliza:

motor 5.0 V8.

Consumo oficial:

Cidade: 6,0 km/l

Estrada: 7,5 km/l.

Consumo energético:

aproximadamente 3,39 MJ/km.

Já versões Lariat podem apresentar resultados um pouco melhores:

6,5 km/l na cidade

e:

8,5 km/l na estrada.

Por isso:

versão importa.

Ranking resumido

ModeloCidadeEstradaCombustível
Ferrari Purosangue4,1 km/l5,6 km/lGasolina
Ferrari 12Cilindri Spider4,6 km/l6,4 km/lGasolina
Mercedes-AMG G 635,3 km/l6,0 km/lGasolina/híbrido leve
Porsche 911 GT35,2 km/l6,9 km/lGasolina
Audi RS Q8 Performance5,3 km/l7,0 km/lGasolina
Ram 1500~6,0 km/l~7,0 km/lGasolina
Chevrolet Silverado6,0 km/l7,2 km/lGasolina
McLaren 750S5,9 km/l7,4 km/lGasolina
Porsche Cayenne Turbo GT5,8 km/l7,9 km/lGasolina
Ford F-150 Tremor6,0 km/l7,5 km/lGasolina

Os dados devem ser comparados sempre:

versão por versão.

A tabela PBEV 2026 possui centenas de configurações, e pequenas alterações de:

  • câmbio;
  • carroceria;
  • pneus;
  • motorização;

podem alterar o resultado.

O consumo real pode ser diferente do Inmetro?

Sim.

Os números do Inmetro servem principalmente:

para comparação padronizada.

Na rua, diversos fatores alteram o resultado.

Trânsito

Anda e para aumenta:

o consumo urbano.

Forma de dirigir

Acelerações fortes e frenagens constantes:

gastam mais energia.

Ar-condicionado

Pode aumentar a demanda sobre:

o sistema de propulsão.

Peso

Mais passageiros e carga significam:

mais massa para deslocar.

Pneus

Pressão incorreta aumenta:

a resistência ao rolamento.

Relevo

Subidas frequentes aumentam:

o consumo.

Manutenção

Problemas de:

  • ignição;
  • injeção;
  • pneus;
  • sensores;

podem piorar:

a eficiência.

Por isso, o Inmetro ressalta que os valores padronizados servem para comparação e o resultado real depende das condições de utilização.

Carro potente sempre consome mais?

Não.

Essa frase do artigo antigo precisa ser:

corrigida.

Potência pode contribuir para consumo elevado, especialmente quando o motorista:

utiliza frequentemente todo o desempenho.

Mas não existe uma relação automática.

Um motor moderno pode utilizar:

  • turbo;
  • injeção direta;
  • desativação de cilindros;
  • eletrificação;
  • relações de câmbio longas;
  • gerenciamento eletrônico;

para oferecer potência relativamente alta com:

boa eficiência em determinadas condições.

Por outro lado, um carro menos potente pode apresentar consumo ruim se possuir:

  • projeto antigo;
  • peso elevado;
  • câmbio ineficiente;
  • aerodinâmica ruim.

Portanto:

potência é apenas uma das variáveis.

Motor maior sempre gasta mais?

Também não é uma regra absoluta.

Mas cilindrada elevada geralmente vem associada:

a maior capacidade de consumir combustível.

Um V8 ou V12 de alta performance tende a consumir bastante porque foi desenvolvido prioritariamente para:

entregar potência e torque.

É exatamente o que vemos em:

  • Purosangue;
  • 12Cilindri;
  • AMG G 63;
  • F-150.

Turbo aumenta o consumo?

Não necessariamente.

O turbo permite extrair:

mais potência de um motor menor.

Quando utilizado moderadamente, um motor turbo moderno pode ser:

bastante eficiente.

Quando o motorista exige muito desempenho:

a pressão de turbo aumenta e o consumo também pode subir.

Portanto, turbo não significa automaticamente:

carro gastador.

Automático gasta mais que manual?

Essa afirmação também ficou ultrapassada como regra geral.

Câmbios modernos podem possuir:

  • muitas marchas;
  • dupla embreagem;
  • gerenciamento eletrônico;
  • conversor com bloqueio;
  • relações otimizadas.

Em alguns carros, o automático pode ser:

tão econômico quanto ou até mais eficiente que o manual.

Compare:

a versão específica no PBEV.

SUV consome mais?

Em muitos casos:

pode consumir.

Um SUV geralmente possui:

  • maior peso;
  • maior altura;
  • maior área frontal;
  • pneus mais largos.

Tudo isso pode prejudicar:

a eficiência aerodinâmica e energética.

Mas existem SUVs:

  • híbridos;
  • plug-in;
  • elétricos;

com eficiência muito superior à de vários automóveis tradicionais.

Portanto:

carroceria sozinha não determina consumo.

Picape consome muito?

Picapes grandes costumam apresentar consumo elevado.

Neste ranking aparecem:

  • Ram 1500;
  • Chevrolet Silverado;
  • Ford F-150.

São veículos grandes, pesados e projetados para:

  • carga;
  • reboque;
  • desempenho;
  • robustez.

Isso naturalmente cria:

mais resistência ao deslocamento.

Um híbrido pode consumir muito?

Sim.

O Mercedes-AMG G 63 demonstra isso.

Mesmo sendo:

híbrido leve

ele registra aproximadamente:

5,3 km/l na cidade.

A eletrificação pode aumentar eficiência.

Mas não consegue necessariamente transformar um:

SUV grande V8 de alta performance

em carro econômico.

Qual é o carro mais econômico para comparar?

No extremo oposto do ranking, a tabela 2026 mostra veículos muito mais eficientes.

Entre os carros a combustão/flex, modelos compactos como:

  • Chevrolet Onix;
  • Renault Kwid;
  • Peugeot 208;
  • Fiat Mobi;

conseguem resultados urbanos bem superiores.

O Inmetro destacou Onix, Onix Plus e Kwid entre os flex de maior eficiência nas primeiras edições da tabela 2026.

Um Kwid, por exemplo, pode superar:

14 km/l com gasolina na cidade

dependendo da configuração.

A diferença para um Purosangue de:

4,1 km/l

é enorme.

Consumo influencia no preço do seguro?

Não diretamente como uma fórmula.

Uma seguradora não calcula simplesmente:

“consome mais = seguro mais caro”.

O seguro leva em consideração fatores como:

  • modelo;
  • valor do veículo;
  • custo de peças;
  • reparabilidade;
  • perfil do motorista;
  • CEP;
  • utilização;
  • frequência de sinistros;
  • coberturas;
  • franquia.

Porém, muitos carros desta lista também possuem:

  • valor extremamente elevado;
  • peças caras;
  • tecnologia sofisticada;
  • alto custo de reparação.

Isso pode contribuir para:

um seguro elevado.

Carro potente tem seguro mais caro?

Pode ter.

Mas novamente:

não é uma regra automática.

Um esportivo de alto valor pode ter seguro elevado por:

  • preço;
  • desempenho;
  • reparos;
  • peças;
  • exposição;
  • perfil de utilização.

A cotação precisa ser:

individual.

Seguro cobre combustível?

Não.

Seguro Auto não serve para:

custear abastecimento.

Consumo é uma despesa de utilização do veículo.

Seguro cobre problema que aumenta o consumo?

Não automaticamente.

Imagine que o carro esteja consumindo mais porque:

  • velas estão gastas;
  • filtro está sujo;
  • sensor apresentou defeito;
  • pneus estão descalibrados.

Isso normalmente pertence ao universo de:

manutenção.

Seguro Auto não deve ser confundido com:

garantia mecânica ou manutenção preventiva.

E se o consumo aumentar depois de uma colisão?

Se um componente for danificado por:

um sinistro coberto

o reparo poderá ser analisado dentro do sinistro.

Mas o objetivo do seguro continua sendo:

reparar os danos decorrentes do evento coberto

e não garantir determinada média de km/l.

Vale considerar o consumo antes de comprar?

Sim.

Especialmente se você roda:

muitos quilômetros por mês.

Uma diferença de poucos km/l pode representar:

centenas de litros ao longo do ano.

Quem utiliza o carro para:

  • trabalho;
  • aplicativo;
  • viagens frequentes;
  • deslocamentos longos;

deve observar consumo com ainda mais atenção.

O carro mais econômico é sempre a melhor compra?

Não.

Consumo é apenas:

um dos custos.

Também existem:

  • preço de compra;
  • seguro;
  • manutenção;
  • impostos;
  • pneus;
  • depreciação;
  • financiamento.

Um carro extremamente econômico pode não ser necessariamente:

o mais barato no custo total.

Como comparar dois carros corretamente?

Imagine que você esteja entre:

Carro A

e:

Carro B.

Compare:

Compra

  • preço;
  • entrada;
  • financiamento.

Combustível

  • cidade;
  • estrada;
  • combustível utilizado.

Seguro

  • prêmio;
  • franquia;
  • terceiros.

Manutenção

  • revisões;
  • peças;
  • pneus.

Impostos

  • IPVA;
  • licenciamento.

Revenda

  • desvalorização;
  • liquidez.

O resultado mais útil é:

custo total de propriedade.

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Checklist antes de comprar um carro pensando em consumo

PBEV

  • Consultei o consumo oficial?
  • Comparei a versão correta?
  • Cidade?
  • Estrada?
  • MJ/km?
  • Classificação energética?

Uso

  • Rodo mais na cidade?
  • Rodo mais na estrada?
  • Quantos quilômetros por mês?
  • Trânsito intenso?
  • Carrego peso?

Combustível

  • Gasolina?
  • Etanol?
  • Diesel?
  • Híbrido?
  • Plug-in?
  • Elétrico?

Veículo

  • Peso?
  • Motor?
  • Câmbio?
  • Tração?
  • Pneus?

Custos

  • Combustível?
  • Seguro?
  • IPVA?
  • Manutenção?
  • Pneus?
  • Depreciação?

Seguro

  • Fiz cotação antes de comprar?
  • Roubo e furto?
  • Colisão?
  • Terceiros?
  • Franquia?
  • Assistência?

Perguntas frequentes

Qual é um dos carros que mais consome combustível no Brasil em 2026?

A Ferrari Purosangue aparece entre os veículos de pior eficiência do PBEV, com aproximadamente:

4,1 km/l na cidade e 5,6 km/l na estrada.

Quanto faz a Ferrari 12Cilindri?

Dependendo da versão:

cerca de 4,6 a 4,8 km/l na cidade

e:

6,4 a 6,7 km/l na estrada.

Quanto faz o AMG G 63?

A versão MANUFAKTUR aparece com:

5,3 km/l na cidade

e:

6,0 km/l na estrada.

Quanto faz o Porsche 911 GT3?

Algumas configurações ficam próximas de:

5,2 km/l na cidade

e:

6,9 km/l na estrada.

Quanto faz a Silverado?

6,0 km/l na cidade

e:

7,2 km/l na estrada.

Quanto faz a Ram 1500?

As versões atuais aparecem próximas de:

6,0 a 6,1 km/l na cidade

e:

7,0 a 7,2 km/l na estrada.

Quanto faz a F-150 Tremor?

6,0 km/l na cidade

e:

7,5 km/l na estrada.

Quanto faz o McLaren 750S?

5,9 km/l na cidade

e:

7,4 km/l na estrada.

Quanto faz o Cayenne Turbo GT?

Aproximadamente:

5,8 km/l na cidade

e:

7,9 km/l na estrada.

Carro potente sempre gasta muito?

Não.

Potência é apenas uma das variáveis.

V8 gasta mais?

Frequentemente possui consumo elevado, mas não é possível analisar apenas o número de cilindros.

Turbo gasta mais?

Não necessariamente.

Automático gasta mais?

Não necessariamente.

SUV sempre bebe mais?

Não.

Híbrido sempre é econômico?

Não.

Peso influencia?

Sim.

Pneus influenciam?

Sim.

Trânsito aumenta consumo?

Normalmente, sim.

Ar-condicionado pode aumentar o consumo?

Pode.

Resultado real é igual ao Inmetro?

Não necessariamente.

Consumo aumenta o seguro?

Não diretamente.

Carro potente pode ter seguro caro?

Pode, dependendo do veículo e do perfil.

Seguro paga combustível?

Não.

Seguro cobre manutenção?

Não automaticamente.

Vale cotar seguro antes de comprar?

Sim.

Conclusão

O antigo artigo listava carros como:

  • Audi A3;
  • Chery Face;
  • Kia Soul;
  • Fiat Idea;
  • Jeep Compass;
  • Volkswagen Touareg;
  • Hyundai Tucson;
  • Fiat 500;
  • Volkswagen Polo Sedan;
  • Subaru Impreza.

Em 2026:

essa lista já não representa o mercado atual.

Alguns modelos saíram de linha.

Outros mudaram completamente.

E a tecnologia automotiva evoluiu.

Hoje, o Inmetro possui uma base muito mais abrangente, com:

959 modelos e versões de 43 marcas

na atualização de agosto do PBEV 2026.

Entre os veículos de alto consumo aparecem principalmente:

  • Ferrari Purosangue;
  • Ferrari 12Cilindri;
  • Mercedes-AMG G 63;
  • Porsche 911 GT3;
  • Audi RS Q8 Performance;
  • Ram 1500;
  • Chevrolet Silverado;
  • McLaren 750S;
  • Porsche Cayenne Turbo GT;
  • Ford F-150.

A Ferrari Purosangue é o exemplo mais extremo:

4,1 km/l na cidade

e:

5,6 km/l na estrada.

No outro extremo, compactos modernos conseguem:

mais de 14 km/l com gasolina.

Essa diferença mostra por que o consumo merece fazer parte:

da decisão de compra.

Mas também atualizamos outra afirmação do artigo antigo:

carro potente não é obrigatoriamente gastador.

Consumo depende de:

  • motor;
  • peso;
  • aerodinâmica;
  • transmissão;
  • pneus;
  • tração;
  • tecnologia;
  • modo de dirigir.

Por isso, não tente prever consumo apenas olhando:

quantos cavalos o carro possui.

Consulte:

a versão exata no PBEV.

E antes de comprar, também compare:

  • seguro;
  • manutenção;
  • impostos;
  • pneus;
  • desvalorização.

Está escolhendo um carro?
Compare o consumo oficial do Inmetro e faça uma cotação de seguro para os modelos finalistas. Economia no posto não é o único fator que determina quanto um veículo custa por mês.

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Sobre o conteúdo

Atualizado em 3 de novembro de 2026 · Conteúdo informativo

Este artigo atualiza integralmente o antigo conteúdo:

“10 carros que consomem muito combustível”.

As principais mudanças foram:

  • substituição dos modelos antigos por veículos atuais;
  • utilização do PBEV 2026;
  • inclusão do consumo energético em MJ/km;
  • atualização de consumo urbano e rodoviário;
  • retirada da relação automática entre potência e consumo;
  • explicação sobre híbridos;
  • atualização sobre turbo e câmbio automático;
  • inclusão de custo total de propriedade;
  • inclusão da relação com seguro Auto.

Os dados oficiais do PBEV são obtidos em testes padronizados e servem principalmente:

para comparação entre veículos.

O consumo real pode variar conforme:

  • trânsito;
  • condução;
  • carga;
  • relevo;
  • temperatura;
  • ar-condicionado;
  • manutenção.

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Seguro de Automóveis

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